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Bacharel em Direito
Lara Mac
Brasília (DF)
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Sobre mim
Servidora Pública há 23 anos, da Universidade de Brasília, no Hospital Universitário. Bacharel em Estatística pela UnB, uma apaixonada por Antropologia, Direito, Política - como fator de transformação social - e Orçamento e Finanças Públicas.
Comentários
(
115
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Lara Mac
Comentário ·
há 8 anos
"Não sou pago para isso". Não mesmo? Está na hora de rever seus conceitos
ADVOCACIA DIGITAL
·
há 8 anos
Eu sei que a questão que o texto coloca é na pró-atividade como diferencial; uma habilidade desejável no empregado, mas é sério que alguém espera pró-atividade de alguém que todos os dias encara gente com esse tipo de comportamento desequilibrado e violento?
Em uma situação dessa, onde as relações de forças são extremamente desiguais, eu jamais discutiria com atendente, frentista, balconista, caixa, seja lá com quem me atende em qualquer estabelecimento e muito pelo contrário, sou eu quem acha que "essa pessoa não é paga para isso". Quando quero fazer reclamação procuro o encarregado/ preposto, quando quero melhorias, chamo o gerente/ administrador/chefe/dono do estabelecimento; esses sim, são pagos para resolver e são as pessoas que podem causar alguma ruptura e promover melhorias. Esperar que seus operacionais resolvam problemas menores e isso traga excelência ao serviço é no mínimo chover no molhado.
Por outro lado, ser um consumidor exigente é algo muito diferente do comportamento exposto no texto, onde você grita, cospe pelas ventas e quer que o outro abaixe a cabeça diante de sua indiscutível razão, por que você está pagando.
Comprei um conjunto de canetinhas da Faber-Castell e uma e apenas uma das canetinhas veio com a ponta estragada. Muitos nem teriam ido atrás e dariam a canetinha como perdida, alguns teriam ido à loja onde compraram o produto e exigiriam a troca ali, com certeza dariam um show também, ilógico isso. Entrei em contato com o call center da fábrica e relatei o fato com a maior tranquilidade para uma atendente preparadíssima; prestei as informações necessárias e após um atendimento irretocável, a troca foi feita com presteza e sem qualquer custo para mim.
A empresa dá autonomia, treina e dá os meios para seu empregado lidar com as situações e promover as soluções, estabelece um canal de comunicação, e o consumidor sabe o que fazer? Não tem porque dar errado.
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Lara Mac
Comentário ·
há 9 anos
Tudo sobre o Bullying na escola: o direito ao desenvolvimento bem sucedido
Raquel Tedesco
·
há 9 anos
Prática que deve ser repudiada em todas às instâncias da sociedade e esse texto deve ser compartilhado incansavelmente.
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Lara Mac
Comentário ·
há 9 anos
O que a grande mídia e os poderosos não falam sobre a magistratura e sua importância para a sociedade!
José Herval Sampaio Júnior
·
há 9 anos
Ponderado em suas considerações, como sempre. Isso me fez lembrar do juiz Fernando Cordioli Garcia. Enquanto ele se excedia em suas atuações à serviço da justiça, em um claro exemplo a ser seguido, poderosos locais, se utilizaram do jogo de influência política, e de instituição republicana paga às expensas do povo, para aposentá-lo e para variar, como louco. Se vivêssemos em um país justo, discutir diferença/ganhos salarial seria secundário. Mas o que de fato incomoda em um país de diferenças sociais abissais são as cifras colocadas à disposição dos que manipulam tudo a sua volta. Isso visto sob o ponto de vista do senso comum e da ótica popular, se é algo que jamais ganharemos em um vida inteira de trabalho sempre será alvo de questionamentos. Em um país onde a maioria não têm instrução, saber diferenciar ganhos lícitos de não lícitos é muito difícil quando se tem a ajuda da mídia sensacionalista, e a cifra é astronômica. E mesmo com toda instrução do mundo o cidadão ainda vai se perguntar "porque um juiz está recebendo R$400.000 e eu não consigo receber R$10.000 de um precatório que está na justiça há 20 anos? Porque se julga uma causa rapidamente e outras não? Que interesses estão embutidos ai? Por que não raro o judiciário tem agido de ofício em alguns casos em outros, não? É preciso enfrentar estas questões. Tudo isso hoje vem a público e faz com que o cidadão forme sua opinião. Abraços.
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Canal Ciências Criminais
Artigo ·
há 7 anos
Ainda sobre o Projeto de Lei Anticrime e o combate à criminalidade
Por Gustavo Benitez Ribeiro O Projeto de Lei Anticrime do Ministro da Justiça Sérgio Moro traz uma série de mudanças legislativas cujo mote é o combate à corrupção, ao crime organizado e a crimes...
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Silvio Cesar Pasquini Oranges
Artigo ·
há 9 anos
Isenção de IPVA à PCD - Pessoa com Cegueira Monocular (EDITADO: Com a alteração pela Lei 17.293/2020)
Edit: Após alguns anos de sua publicação esse artigo foi editado procurando adaptá-lo às mais recentes alterações da legislação. Espero que façam bom proveito! Somente a pessoa com cegueira monocular...
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Marcelo Sampaio
Comentário ·
há 10 anos
O que significa "Agravo de instrumento"?
Jusbrasil Perguntas e Respostas
·
há 10 anos
"O que isso quer dizer?"
De forma bem resumida, Agravo de Instrumento é um recurso. Explico, a última decisão do juiz não agradou a outra parte, de modo que ela quer um resultado diferente e por isso recorreu pedindo pela reforma da decisão.
Ainda, o Agravo de Instrumento é um recurso que visa obter a reforma de decisões que são chamadas de "decisões interlocutórias", sendo estas, decisões que não dão fim ao processo, mas que decidem questões pontuais ao longo do processo.
Um exemplo bem claro de decisão interlocutória que permite o uso do recurso de Agravo de Instrumento é quando a parte pede para usufruir do benefício de justiça gratuita e o juiz nega seu pedido, então, nesse caso, a pessoa se utiliza do Agravo de Instrumento para que seja alterada, pelo Tribunal de Justiça do seu estado, a decisão na qual lhe foi negado o pedido de justiça gratuita, pedindo para que seja proferida nova decisão que lhe conceda o benefício solicitado.
"É algo grave? Devo me preocupar?"
Depende, o ideal seria que você conversasse com seu advogado sobre isso, uma vez que vai depender totalmente do caso concreto e apenas ele tem conhecimento sobre a situação.
*Desde já peço desculpas aos colegas juristas pela simplicidade do texto, mas tentei escrever da forma mais acessível possível.
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